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"Nada pior do que viver uma vida não observada".
Observe-me aqui.

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Setembro 29, 2006

Como assim o Lula não foi ao debate? Meu Deus... Isso é uma confissão de culpa ou o quê?
Nosso presidente é um rato, um covarde. Ele não é homem suficiente para enfrentar os outros candidatos e escutar as perguntas sobre mensalão, sanguessugas, dólares na cueca e dossiê. Desde que essas falcatruas começaram a aparecer, eu digo que o Lula ou é muito burro ou é muito cínico. Acho inacreditável que um cara com a posição dele não saiba de todas essas barbaridades que rolam debaixo de seu nariz. Hoje, com a recusa dele em participar do debate, veio a comprovação: ele é cínico mesmo. Cínico e covarde.

Com que autoridade eu falo? Com a autoridade do meu voto. Porque eu fui um imbecil e votei nele há 4 anos. Eu devia ter escutado a Regina Duarte, que tinha medo. Mas eu achava o Serra antipático e parecido com o Alonso (meu antigo diretor) e aí não quis votar nele. Burro sou eu. O Lula é cínico. Cínico e covarde.

Sabe o que é mais revoltante? Esse sujeito tem mais de 50% dos votos válidos e vai ser reeleito no primeiro turno por uma parcela da população que não tem a menor noção do que está acontecendo e ainda se identifica com o passado de metalúrgico sem dedo do barbudo. 50% do povo iludido.

Em 92, estouraram escândalos sobre o nosso então presidente Fernando Collor. Era a república dos marajás, PC Farias, lembram? Ainda que vagamente, lembram? Pois é. Teve pressão popular, cara pintada na rua, sociedade mobilizada. Impeachment.
Agora o povo se acomodou. A TV fala, bate na mesma tecla todos os dias, mas parece que a gente se acostumou com a corrupção e com as falcatruas. Agora falta que 50% do povo se acostumem com a covardia do nosso maior governante, já que os outros 50%, ao que tudo indica, vão cometer um crime político contra o país neste domingo.

O Cristovam Buarque é uma vitrola engastalhada. Educação, educação, educação. Ok, é fundamental, mas porra! Fala sobre outra coisa!

Bom, mas no geral, o debate foi bom. Muitas vezes eles falam do que tem que mudar, sem explicar como mudar. Mas os ataques ao Lula predominaram e como eu tô com raiva dele, achei ótimo.

Dia 1º, vocês vão votar com nariz de palhaço?

Setembro 27, 2006

Around The World
ou o momento "Meu Querido Diário"

Sexta. Curitiba.
Aniversário do primo desconhecido do Roger = conhecer um novo bar. Crossroads é o nome do dito cujo e não tem nada a ver com o filme homônimo da Britney Spears. É um bar de motoqueiros, com som ao vivo bem legal. Chapei com uma Smirnoff Ice e um Sex On The Beach (em homenagem ao ET) e apesar da garota de saia camuflada que me dava mole, saí no zero a zero. Afinal, o nome dela era Suellen. E já dizia o Caco Antibes: "Suellen... Uóshinton... Eu tenho horror a pobre!!!"
(que maldade...).

Sábado. Curitiba.
3 horas e meia de sono apenas, acordei às 5:45 da matina, fiz minha mochila e me mandei para o aeroporto. Como o Roger ia junto, não dava pra me atrasar ou pra chegar em cima da hora como tenho feito ultimamente (espera até ler o que aconteceu hoje), então fiquei lá na fila da Gol mofando até puxarem meu vôo.

Sábado. Rio de Janeiro.
Saca o esquilo do Sem-Floresta? Baixou em mim quando o avião pousou. Fui pra Copa, botei o casaco na lavanderia, rearrumei a mochila, passei no salão onde minha mãe fazia as unhas para vê-la, peguei o metrô, Linha 1 inteeeeeeeeeeeeira, desci na Saens Peña, andei até a casa da Ferna no Andaraí (tá no IPTU!!!), escutei o CD da amiga da Kley enquanto aguardava o Coxinha e rumamos para a estrada.

Sábado. Niterói.
Maldita obra e engarrafamento da Avenida do Contorno. Os muitos minutos perdidos ali deram a idéia de dizer ao Renato e à Flavinha por telefone que eu tinha perdido o vôo e tinha ficado em Curitiba - na verdade, o vôo tinha sido cancelado e como era da Varig, só sairia outro no dia seguinte. Muita maldade com a coitada da Varig, eu sei, mas foi muito engraçado...
E a propaganda da Ecosport... deixa pra lá. No geral, essas duas figuras me fazem muito bem.

Sábado. São Pedro d'Aldeia.
O Renato (Príncipe) já tinha dito a todos que outro dia eu elogiei a Varig no meu blog, que era mó vacilo, coisa e tal. O tio Alvinho já tinha dito que eu era tão inteligente e mesmo assim comprava passagem da Varig. Ou seja, quando eu saí do carro e todos me viram, pedi desculpas em pensamento à coitada da Varig que foi achincalhada pelos companheiros de luau. E quando a Flavinha me viu, obviamente o berro foi ouvido do outro lado da Lagoa de Araruama.
Caipivodkas, pessoas novas (com destaque para o Rica e a Mari, dos quais gostei instantaneamente e totalmente de graça), pessoas de sempre (porém não menos importantes), piscina (mesmo gelada) e a famosa e saborosa coxinha do tio Alvinho... oh my God...
De noite, começaram os preparativos para a festa brega. Vesti meu short listrado marrom e preto, a camisa verde do clean-up day, os óculos amarelos, um gorro à la "Onde Está Wally?", meia soquete, sandália hawaiana, e uma gravata dessas de zíper, com um pequeno detalhe do cadarço do short por sobre a gravata. Uma figura... Ainda tinha a Flavinha vestida de pista de dança, a Ferna de cowgirl, o Rica de caipira com todos os apetrechos pendurados (destaque para o pente vermelho igual ao que o meu pai tinha), o Príncipe com sua camiseta do Wando (você é lâmpada, é relâmpago, estrela-de-Davi e banana), o André Abdul, a tia Regina de Sandra de Sá, o Daniel de Agustinho Carrara e o melhor de todos... o tênis do Riggs!!!
Muito som, Ice, ovo de codorna, belisquetes etc. No concurso dos mais bregas, deu Rica e Tia Rê e foi o momento da minha pérola sem noção - "Eu voto na vaquinha!". E em breve no YouTube a canção "Ser Humano" de autoria do André Abdul. E sabe o que é o pior? O cara não tava bêbado.
1 e meia da manhã, a frente fria entrou, o vento nos expulsou e a festa continuou em casa. Bêbado é uma merda, né? Então tivemos que escutar frases como "Por favor, conserta minha perereca. Minha perereca parou de brilhar", ou "Deixa eu cheirar sua bunda pra ver se você peidou", "Por favor, mãe, cozinha feijão pra mim, só 12 carocinhos por favor". Acho que às 5 todos estavam finalmente dormindo.

Domingo. São Pedro d'Aldeia.
Tempo xoxo = piscina vazia. Mais uma edição do churrasco do tio Alvinho, O Globo de cabo a rabo e várias partidas de ping pong - eu ensinei a Mari a jogar ping, acredita? E já que estou me gabando: o que foi ganhar da Ferna por 2 pirulitos? O que foi desbancar o rei da mesa? Cara, sério, eu jogo muito.
Ok, faltaram a Carol, a Belíssima, o Sergio e a Aninha. Mas ainda assim foi outro finde memorável...

Domingo. Niterói.
Maldita obra e engarrafamento da Avenida do Contorno.

Domingo. Rio de Janeiro.
Pronto. Finalmente foi hora de matar saudades de mamãe, atualizar as novidades sobre Patrocínio, tomar água de coco e todas essas coisas boas que nos esperam na volta pra casa.

Segunda. Rio de Janeiro.
Work, baby, work. Hard. De Copa para Botafogo para o Centro para a Barra e de volta para Copa, com direito a rever Marco André, além de Belinha, Bianca, Adenir, Nabuco, mas os outros membros do meu dream team no almoço do Tarantino! Uau... Tarantino! Desde setembro de 2002 não comia neste restaurante... que saudade. Bom, e revi a galera do escritório do Rio também, o que nunca é demais.

Terça. Rio de Janeiro.
Work, baby, work. Hard. De Copa para o Centro e para a Barra, com direito a rever Marina Loirão, almoçar no Benkei com a Lud e sair às 5 em ponto, afinal tinha que buscar meu casaco na lavanderia - em Curitiba sem casaco, não sou ninguém - e cortar o cabelo. De cabelo cortado, barba feita e colírio nos olhos vermelhos, virei um novo homem, bonito outra vez (ando convencido esses dias). Levei Lucky pra passear, vi minha madrinha e meu tio e vi um fantástico episódio do Alias. Como assim clonaram a Sidney? E ainda arrumei tempo para visitar os Lydios na casa nova e ver minha mãe pagando mico no vídeo do casamento.

Quarta. Rio de Janeiro.
Não aprendi a dizer adeus. Mas às 8 da matina meu vôo decolou do Santos Dumont.

Quarta. São Paulo.
Desci em Sampa às 9 e aí foi work, baby, work. Hard.
Momento emocionante do dia: cheguei a Congonhas às 14:20 para pegar um vôo que saía... às 14:40! Vinte minutos! VINTE!!! 20! Tem noção?
Mas como eu sou sagaz e só trazia minha mochila a tiracolo, consegui fazer check-in e tive a sensação única de adentrar a sala de embarque e escutar meu nome sendo chamado no auto-falante: "Senhor Fernando Carneiro Filho, embarque imediato, portão 11". Só faltou dizer "anda, porra!".

Quarta. Curitiba.
Depois dessa maratona, ainda cheguei ao trabalho às 4 da tarde para responder meia dúzia de 20 e-mails e apagar os incêndios. Não achei o Ades de morango essas coisas, mas vou tomar toda a caixa. Maria Sapatão deu as caras de novo. Não malhei e ainda comi Baconzitos. Vi um episódio velho do Arquivo X. Esqueci de ligar para dar parabéns ao meu compadre. Atualizei o blog. Fim.

Setembro 22, 2006

Eu ia escrever sobre política, afinal fiz meu dever de cidadão e acompanhei as entrevistas dos 4 candidatos no Bom Dia Brasil. Mas aí eu entrei no Legendado e vi promos da nova temporada de Lost. E esse assunto me pareceu mais interessante a essa hora. Caraca! Já deu pra ficar tenso!
Bom, já fiquei irritado também, porque não gostei daquele beijo. Não gosto dos dois juntos e pronto. Torço pro outro vértice do triângulo.
4 de outubro nos EUA. 5 de outubro no uTorrent. E o meu laptop novo é rápido - não corro risco de delay entre imagem e som. Tudo pronto pra Lost!!!

Alias foi demais. Eu desconfiava muito que o Vaughn estava vivo, porque ninguém morre de verdade no Alias. Eu gosto muito da Irina, apesar de ela ser uma filhadaputa.

Só vi o 301 do NipTuck no sábado. Conclusão: esqueci deles na terça. uTorrent é a salvação.

Amanhã eu falo de política depois de arrumar a mala.

Setembro 17, 2006

Malhação
Devo estar doente mesmo: malhei 2 dias seguidos.
Já consigo tocar o chão com as mãos durante o alongamento.
Minha calça jeans preta, mais velha que minha avó, voltou a não me apertar.
Resumo: tô quase gostoso.

Filmes
Um finde dedicado ao cinema nacional.

No sábado, Cidade Baixa com Wagner Moura, Lázaro Ramos e Alice Braga, sobrinha da Sonia. Uma história bem submundo, de uma realidade muito distante da minha. Interessante, divertido por seu linguajar vulgar e... cadê o final? Vou procurar um pedacinho do filme ali na outra escotilha, pois definitivamente sumiu.
O momento mais surreal para mim foi quando um dos personagens (acho que foi o "Dois Mundos") solta a pérola "Zé Boceta". Uma das histórias preferidas da minha família a respeito da minha infância é da época em que eu gostava de constranger minhas tias e, com uns 3 anos de idade, acompanhado por elas, passava por uma banca de jornal, apontava para uma Playboy ou suas variantes e gritava: "Olha o Zé Boceta!". É aquela velha história: você vê uma criança de 3 anos fazendo isso e acha engraçado; você vê um marmanjo de 30 e manda interná-lo - num hospício ou no AA.
Prepare-se para a putaria: a Alice segue os passos da tia e aparece nua em 90% de suas cenas, incluindo aquela em que o Lázaro roça a boca em sua... ahn... xoxota. Mas ok, somos todos adultos e ninguém aprendeu isso no filme.

No domingo, algo mais sério... nossa próxima esperança de Oscar, Casa de Areia. Dizem que a crítica norte-americana ficou muito impressionada com as atuações das duas Fernandas. Tá no sangue mesmo. As duas arrebentam.
Eu sou fã de praticamente qualquer saga. Esta cobre um período de 60 anos e três gerações de uma família engolida pelas areias de uma região remota do Brasil, filmada nos Lençóis Maranhenses. A cena final com Fernanda Montenegro hippie contracenando com Fernanda Montenegro idosa resignada, falando que na Lua o homem encontrou areia, é impagável. Sem falar na beleza visual... A locação já favorece, mas o trabalho de fotografia que torna o céu branco, aliado aos figurinos preto e branco em sua maioria, reforça a sensação de imensidão e o sentimento de impotência de Áurea, sua mãe e sua filha. Areia, areia, areia... reticências. Muita areia.
Não esperava o "Zé Boceta" da Fernanda Torres... pra mim, ela já tinha passado dessa fase.
Não deixe de assistir o making of: uma aula de como fazer cinema em condições adversas.

Livro - Crimes do Mosaico
Honestamente, achei meio cansativo. Talvez seja um pouco inteligente e com elementos históricos demais para o meu gosto. Li uns 20 livros seguidos, de J.K.Rowling a Maitê Proença, passando por alguns de Dan Brown. Agora vou dar uma pausa. É hora de produzir em vez de absorver.

Setembro 15, 2006

Pensando bem, eu não sou um inseto... Sou uma ostra.
Que se esvai em merda há 3 dias.
E que está perdendo o show do Skank hoje.

Alguém aí é terapeuta?
Oh crap. O show do Village People em Curitiba foi cancelado. Vou ali devolver minha fantasia de policial e já volto.
(Obs.: Créditos da piada vão para o Roger)

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Muitas aftas, muito gases, muito enjôo. No fundo, eu sou um inseto desprezível das terras geladas.

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O William Waack disse: "As baleias brancas estão trocando o litoral argentino pelo de Santa Catarina.". Eu sabia que as baleias eram bichos inteligentes.
Talvez eu odeie a Bolívia tanto quanto a Argentina. Ou talvez o Evo Morales seja argentino... Ou talvez eu tenha ficado muito chato hoje à noite.

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Quanto a Heloísa Helena quer para nunca mais abrir a boca? Puta mulher chata da porra.
Quem esses tais de Eymael e Bivar pensam que são? Eles realmente acham maneiro viajar pelo Brasil falando bobagens vazias, sabendo que eles não vão passar de 1%. Caralho, vai procurar um tanque pra lavar roupa. Político é tudo uma raça desgraçada.

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Uau! O Gui e a Tereza vão casar em março. Vou ali no site da Gol comprar passagem.
Ah! Voltei a andar de Varig. Fui, voei, cheguei. E no horário!

Setembro 9, 2006

Post inédito sobre a viagem
Pousei no Rio nesta quarta. Depois de assistir Zuzu Angel não vejo mais a restinga da Marambaia com os mesmos olhos.
Desta vez eu lembrei de trazer o carregador do celular carioca. Só esqueci as chaves de casa.
Tô perdendo o medo do MotherFokker 100.

Em terras cariocas
Quarta foi dia de ralação, normal, padrão. Dia de rever a galera, almoçar no Cervantes e no fim do dia pegar minha roupa na Só A Rigor.
Quinta-feira, feriado, parada da Independência. Meio fraque, eu e mais 13 padrinhos (eu ouvi recorde?) e desta vez minha companhia não foi a Ferna, mas a Bebel, uma prima da noiva. Isso foi meio diferente, já que minhas outras experiências entrando na igreja para abençoar amigos foram ao lado da Ferna, mas a vida é assim: você não fica sempre ao lado da mesma mulher...
Ou sim, no caso dos que estão casando. Enfim, como vou ficar para padrinho mesmo, fui lá com meu meio fraque alugado, meu sorriso de quem não teve paciência pra completar o tratamento do aparelho e a Bebel ao lado em seu vestido roxo, testemunhar o casório do Júnior e da Lydia. Falando entre os dentes, fazendo gracinha para a câmera e dando uma meia parada para os amigos tirarem fotos (péssimas fotos aliás), andei pela igreja ao som do tema de Star Wars, acredite quem quiser. Ao som de She, entrou a Lydia com um belo vestido e como diria um dos padrinhos, ela estava ma-ra-vi-lho-sa, assim bem pausado e afetado.
Bom, a cerimônia foi padrão, bem bacana e descontraída, como todo casamento deve ser. Ao som de Mundo Melhor, a música de cuja gravação eu tive a honra de participar, houve a troca de alianças (eu ouvi lágrimas?) e ao fim, como no final de temporada de um seriado americano, ele de surpresa pegou o microfone e fez uns votos que trouxeram mais água aos olhos de todos os presentes - e a mulherada agradece de joelhos ao inventor da maquiagem à prova d'água.
Aleluia! Aleluia! para coroar a cerimônia. É justo depois de 11 anos de namoro. É justo causar risadas depois de tanta emoção.
A festa. My Love na voz de Paul McCartney para a primeira dança deles, e New York, New York para a dança dos pais e padrinhos. E como tradição é tradição, podem até nos separar na igreja, mas com New York, New York, não tem conversa: quem dança comigo é a Ferna (culpa do Paulo e da Bebel, nossos pares, que não apareceram na pista de dança).
Sessão de fotos. Não, não tô falando daquelas fotos clássicas que os padrinhos e pais tiram ao lado dos noivos (isso teve também, claro). Tô falando de um telão que passou fotos dele, dela, deles, da família deles (é, Aninha, quem acabou pagando o mico foi você) e dos amigos. Uau! Quanta história! Quantos momentos, quantas viagens, quantas celebrações, quantas cores de cabelo, quantos casais que não sobreviveram para testemunhar a união desses dois personagens únicos. E personagens únicos que são, tiveram uma festa de carnaval. Em dado momento, começam a aparecer perucas, colares, narizes de palhaço, arcos com antenas e afins e tudo terminou em samba. Sonhar não custa nada e muita gente passou a sonhar com uma festa de casamento igualzinha ou pelo menos com um amor do tamanho do deles.
E se dizem que em casamento, os noivos conseguem dispensar no máximo 5 segundos de atenção para cada convidado, posso me sentir honrado de ter conseguido essa foto.



Felicidades aos dois e obrigado por me deixar ser parte dessa história.

Setembro 8, 2006

Justo quando eu achava que meu coração não era mais capaz de amar, você chegou devagar, preenchendo cada espaço da minha vida.
Justo quando eu achava que não tinha mais nada a ensinar, você veio com seu jeito quase ingênuo de acreditar que um bom futuro existe.
Justo quando eu tinha aceitado meu egoísmo, me flagrei por horas dedicando meu pensamento a você.
Justo quando eu tinha me acertado com a solidão, vi você dormindo a meu lado.
Justo quando eu acreditava que não era importante pra ninguém, você dependeu de mim.
Justo quando eu julgava impossível ser um idiota apaixonado, me peguei sorrindo com migalhas da sua atenção.
Justo quando eu pensei que ia me envolver, existia a distância.
Justo quando eu achei que podia dar certo, existia uma terceira pessoa.
Justo quando eu sonhava, eu acordei e tive que lutar para te esquecer.

P.S.: Eu prometo comentar sobre o casamento do ano no próximo post.

Setembro 5, 2006

Minha melhor definição
Esses dias me disseram que eu sou uma bomba relógio.
Concordo.

P.S.: 1 grau abaixo de zero nesta madrugada. Ninguém me contou não. Eu vi.

Setembro 3, 2006

Sabe aqueles dias em que tudo vai por água abaixo?