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"Nada pior do que viver uma vida não observada".
Observe-me aqui.

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Novembro 29, 2006

Foi dada a largada. Quem será o visitante número 10.000 deste blog?

Dizem que todos os dias você deve comer uma maçã por causa do ferro. E uma banana pelo potássio. E também uma laranja pela vitamina C. Uma xícara de chá verde sem açúcar para prevenir a diabetes. Todos os dias deve-se tomar ao menos dois litros de água. E uriná-los, o que consome o dobro do tempo. Todos os dias deve-se tomar um Yakult pelos lactobacilos, que ninguém sabe bem o que é, mas que aos bilhões, ajudam a digestão. Cada dia uma Aspirina, previne infarto. Uma taça de vinho tinto também. Uma de vinho branco estabiliza o sistema nervoso. Um copo de cerveja para não lembro bem o que faz, mas faz bem. O benefício adicional é que se você tomar tudo isso ao mesmo tempo e tiver um derrame, nem vai perceber. Todos os dias deve-se comer fibra. Muita, muitíssima fibra. Fibra suficiente para fazer um pulôver. Você deve fazer entre quatro e seis refeições leves diariamente. E nunca se esqueça de mastigar pelo menos cem vezes cada garfada. Só para comer, serão cerca de cinco horas do dia. E não esqueça de escovar os dentes depois de comer. Ou seja, você tem que escovar os dentes depois da maçã, da banana, da laranja, das seis refeições e enquanto tiver dentes, passar fio dental, massagear a gengiva, escovar a língua e bochechar com Plax. Melhor, inclusive, ampliar o banheiro e aproveitar para colocar um equipamento de som, porque entre a água, a fibra e os dentes, você vai passar ali várias horas por dia. Há que se dormir oito horas por noite e trabalhar outras oito por dia, mais as cinco comendo são vinte e uma. Sobram três, desde que você não pegue trânsito. As estatísticas comprovam que assistimos três horas de TV por dia. Menos você, porque todos os dias você vai caminhar ao menos meia hora (por experiência própria, após quinze minutos dê meia volta e comece a voltar, ou a meia hora vira uma). E você deve cuidar das amizades, porque são como uma planta: devem ser regadas diariamente, o que me faz pensar em quem vai cuidar delas quando eu estiver viajando. Deve-se estar bem informado também, lendo dois ou três jornais por dia para comparar as informações. Ah! E o sexo. Todos os dias, tomando o cuidado de não se cair na rotina. Há que ser criativo, inovador para renovar a sedução. Isso leva tempo e nem estou falando de sexo tântrico. Também precisa sobrar tempo para varrer, passar, lavar roupa, pratos e espero que você não tenha um bichinho de estimação. Na minha conta são 29 horas por dia. A única solução que me ocorre é fazer várias dessas coisas ao mesmo tempo!!! Tomar banho frio com a boca aberta, assim você toma água e escova os dentes enquanto faz sexo. Sobrou uma mão livre? Chame os amigos e seus pais. Beba o vinho, coma a maçã e dê a banana na boca da sua mulher. Ainda bem que somos crescidinhos, senão ainda teria um Danoninho e se sobrarem 5 minutos, uma colherada de leite de magnésia. Agora tenho que ir. É meio do dia, e depois da cerveja, do vinho e da maçã, tenho que ir ao banheiro. E já que vou, levo a escova de dentes.

Recebido da ET mês passado

Novembro 25, 2006

E em Buenos Aires...
Viagem de trabalho não pode ser metade divertida quanto a de férias, né? Mas enfim... Voltei a Buenos Aires depois de embromar por 4 meses. A diferença agora é o horário do vôo. Existe um vôo direto de Curitiba para BA que sai às 23:50 e chega a BA à 1 da manhã (horário de lá, 1 hora a menos que aqui). A volta é ainda mais linda: o vôo sai de BA às 3 da manhã e chega a Curitiba às 6. Ou seja, faça seu check-out às 00:30, pegue seu remis para chegar 01:10 em Ezeiza, faça check-in, pague a taxa de embarque, raio-x, aduana (com um oficial apenas), free shop (em obras), decole, coma seu lanchinho e deite para dormir por volta das 4:00, para acordar 1 hora depois, perceber que são 2 horas depois, ver o sol nascendo e pensar que está quase na hora de ir pro trabalho.
Lá matei a saudade de toda a parte gastronômica melhordavida: Freddo, La Parolaccia, Havanna. Aliás minha última reunião de quarta foi na Recoleta, bem pertinho do Cemitério. Sentei ali no Freddo, tomei um sorvete e fiquei escrevendo ao ar livre aproveitando o cair da noite de Buenos Aires e me sentindo bastante local. Um casal de argentinos do meu lado começou a elevar a voz e teve uma hora que o cara falou: "Você está me forçando a fazer isso? Você quer que a gente se separe então?". Ela murmurou qualquer coisa e ele respondeu: "Então tá. Eu vou sair de casa então". Mas continuaram os dois sentados, fumando, calados e com cara de cu. É triste presenciar o fim de um relacionamento assim, mas eu sempre acho tão bom ver argentinos se fodendo... (desculpem meus amigos argentinos que eventualmente leiam... de vocês eu gosto).
Dei um bolo na Tatá na quinta pra fazer um pequeno preparo sonífero para a viagem; vi The Nine finalmente e sinto cheiro de vício em nova série; comprei alfajor e conito (espero que durem até o Natal Oculto); e de volta a Curitiba tive o coração partido, pois uma menina com opinião significativa me chamou de bagaço - preciso de um corte de cabelo urgente, nunca mais trabalho com a barba por fazer e se me virem de óculos escuros no escritório, não é conjuntivite - é que eu fico mais bonito assim.
Pra fechar a sexta de retorno, happy-hour no Original com Hélio, Vera, Ivan e Aline Nunes. E que minha família curitibana não fique com ciúmes, mas foi muito divertido.

Ah! O sonho!
Esqueci de contar do sonho dessa noite, que foi meio estranho. Estávamos eu, André, Rafa (irmão do André) e Ferna na estação de ônibus em Pontal do Sul. Na TV de um dos lugares passava um programa que mostrava umas fotos indiscretas da Danielle Winnits com o Dan Dan do BBB. Bem indiscretas a propósito, a ponto de eu me perguntar como aquilo estava passando na TV aberta. Aí a Ferna levantou-se e foi sei lá onde, depois descobrimos que ela tinha ido à farmácia porque aí vendiam umas "pulseirinhas". Nisso o Rafa foi ao banheiro e quando voltamos para buscar a Ferna na farmácia, o Rafa estava vestido de vampiro com o objetivo de assustar a Ferna. Só que ela não estava mais na farmácia, mas já nos esperava dentro do carro com um bebê loirinho no colo.
Alguém se aventura a interpretar?

Notas:
1) Flavinha, é bom saber que o tio Alvinho lê isso aqui. Vou me policiar nos comentários sobre a Belíssima. Você tinha que ter vindo também. Agora sabe Deus quando você vai conhecer o boto rosa...
2) Coxa, esqueci de falar do Benji, o cão que nos seguiu. Eu ainda acho que aquele cachorro carregava a alma de alguém próximo à gente e que morreu por essas bandas. Tens alguns antepassado de Curitiba?
3) Debby, não dá para explanar absolutamente tudo que rolou nessa viagem, né? By the way, você conseguiu descobrir o time do seu jogador de futebol aposentado?
4) Jota Erre, passei por umas 4 ou 5 bancas na Florida e nenhuma tinha esses muñequitos filhos-da-puta. E muitos jornaleiros me olhavam com uma cara meio estranha quando eu perguntava. Teve um que eu tive que responder: "Es para los niños".
5) Roger, sem comentários etílicos, para preservar a reputação da sua esposa.

Novembro 21, 2006

O nome deste blog deveria ser "Around the world"
Na véspera do feriado, chegaram a Curitiba meus amigos André e Débora. Juntar um Agregado com uma Contrária parecia uma idéia estapafúrdia, mas na própria terça de madrugada, os dois já eram melhores amigos de infância. Com a questão dos controladores de vôo, um atraso de 2 horas fez com que nós saíssemos de casa por volta da 1 da manhã. Fomos ao Mustang Sally, barzinho / restaurante perto de casa e voltamos.
No feriado dia 15, a maratona começou na hora do almoço com um café da manhã na Provence, que eles cismaram de chamar de "café colonial". Bom, deixa eles acreditarem que era colonial... turista adora essa coisa de tomar café colonial. Lá, eles conheceram minha família curitibana - Roger, Rê e Moniquinha - e todo mundo virou amigo instantaneamente também para felicidade geral do Ferno.
Da Provence fomos para a Praça do Japão tirar fotos e de lá, seguimos os dois turistas e o anfitrião para a Arena da Baixada. Era dia de jogo do Atlético Paranaense com o Papucha do México pela Sul-Americana e o caminho estava cheio de gente de camisa rubro-negra, num super clima agradável de jogo. Fomos até a porta do Kyocera, tiramos nossas fotos e saímos dali. O ingresso era 30 reais, estava um calor infernal e eu, que não vou aos jogos do Flamengo, não ia perder meu tempo num jogo nada-a-ver. Ótimo, porque o Atlético perdeu.
Entramos num táxi, sem ar condicionado - porque todos os táxis de Curitiba têm ar quente, mas não ar frio - e fomos ao Jardim Botânico. Mais fotos, com flores, plantinhas, tartarugas no lago sujo, enfim... tudo bem "meigo". Saindo do Jardim Botânico, fomos até a porta do Museu do Olho - ou Museu Oscar Niemeyer - tirar fotos também, mas nem rolava entrar porque tinha um fila mega para ver a exposição do Japão - que a propósito, eu já vi. Achamos a passagem para o Bosque do Papa e nem precisamos pular a cerca que o separa dos fundos do museu. Mais fotinhos, mais bornaizisse, vimos uma guarda perseguindo um ladrãozinho, o que para padrões curitibanos, é um evento. Dispensamos a torta polonesa e fomos comer algo mais gorduroso no Pizza Hut.
Pronto, começaram os programas gastronômicos - e foram 3 seguidos. Depois das pizzas - sim, foram duas, porque uma das pessoas só come pizza de muzzarela, você crê? - fomos comer sobremesa na Lancaster - a segunda melhor confeitaria do mundo, segundo o treco escrito no vidro deles - e de lá fomos ao Babilônia, reencontrar a família curitibana e tomar cerveja. Eu não tomei, porque não cabia nada.
Terminamos o dia na piscina aquecida do meu prédio, que eu frequentei pela primeira vez em 8 meses, de onde descemos lá pela 1 da matina.
No dia seguinte, larguei os dois para lá, porque alguém tem que fazer o serviço sujo e eles foram comer no Burger King do Mueller, conhecer o Parque Tanguá, a Ópera de Arame e a Pedreira. Levei-os para jantar no Barolo, o segundo melhor restaurante do mundo, segundo a opinião do Ferno e matamos duas garrafas de lambrusco. Na volta, piscina para fazer digestão e curar a bebedeira da Débora (apesar de que quem nadou sem roupa não foi a bêbada...)
Sexta eles conheceram o Parque Barigui e o acharam fedido! Não entendi muito bem em que pedaço do parque eles foram, mas acho que era só cansaço mesmo. Comeram no Freddo do Shopping Barigui (parente do Barra Shopping) e me encontraram depois do trabalho, felizes da vida porque tinham gastado dinheiro em tênis novos. Fomos comer no Burger King do Mueller (sim, eles decidiram repetir o melhor dos programas) e depois fomos dançar no aperto. Tem uma night aqui em Curitiba que é a Layout 80, lugar que toca de tudo e fica cheio e que me remete à Festa Ploc, apesar de não tocar brega nem infantil e de ter umas pitadas de rock e música atual, o que me remete à Bunker. Pula a parte que fala da bebedeira, porque daqui a pouco a associação dos blogueiros nos manda para o AA, mas eu fui para o Au Au depois sozinho com o Roger e a Renata, porque afinal eu tinha que mostrar o Au Au para os meus amigos que continuaram na boate.
Sábado acordamos não se sabe como às 6:30 da manhã para pegar o ônibus e ir para a Ilha do Mel. O sol típico de Rio de Janeiro que nos agraciou do feriado até sexta deu lugar a milhares de nuvens que iam e voltavam. Com o tempo instável e chuvas esparsas, fomos da pousada para o Farol e tentamos ir à Fortaleza, mas as butucas assassinas chuparam todo o sangue dos meus amigos coxinhas e então voltamos ao Istmo.
Bom, eu já conhecia a Fortaleza, não perdi nada... e eu não tenho uma marca de chupada de butuca. Ou seja, o termo que você está procurando está logo acima: "bornaizisse". Caminhando pelas ondas, fomos de volta até a pousada, chapamos de sono e fomos de noite para um barzinho que era a única coisa aberta em volta da pousada e o único lugar onde podíamos chegar sem lanterna - não tem luz na Ilha do Mel, para quem não sabe (ou para quem sabe e esquece de levar a porra da lanterna comprada há 3 anos onde? onde? na Ilha do Mel!)
Acordamos domingo com o barulho da chuva. Chuva não, toró! Mega... Mas depois passou e pudemos sair da pousada logo após o café com o objetivo de ir a Encantadas - o outro lado da ilha. A trilha pelas pedras - da qual eu não tinha muita saudade - foi bem divertida, me rendeu um machucado no pé e um arranhão no pulso, mas serviu como esporte radical da viagem. A Gruta das Encantadas estava cheia e não pude chegar bem pertinho como da última vez, mas ainda é um lugar impressionante. Na parada para o almoço (leia-se pastel), a chuva voltou e embora fraquinha, esfriou muuuuito nosso caminho de barco de volta ao trapiche de Brasília. E quando eu olhei para trás e vi o barqueiro tirando água de dentro do barco, rezei todas as orações que eu conhecia e também as que eu não conhecia, mas não era nada de mais e quando passamos daquela curvinha e o barco parou de sacudir, o frio voltou a ser a única preocupação. De volta a Curitiba, encerramos a noite com Beto Batata pedido em casa, enquanto malas eram arrumadas, fotos era baixadas para o computador e caixas vazias de tênis eram jogadas no lixo.
E para justificar o "Around the world", segunda à noite voltei a Buenos Aires, depois de 3 meses e se a Taline atender o celular, vou comer no melhor restaurante do mundo naquela mesma lista de favoritos do Ferno - La Parolaccia. Se não, vai ser um alfajor com Café Havanna - aquele que tem uma base de leite condensado... A gastronomia aqui compensa tudo...

Novembro 12, 2006

O copo está meio cheio
Ok, vamos ver as coisas pelo lado positivo. Eu vi os caras no aeroporto! Irado!
Black Eyed Peas - vocês não valem 120 reais, desculpem-me. Quando vierem de novo, se vierem um dia e o ingresso tiver um preço acessível, eu vou ver, ok?
Santa tecnologia que me permite acompanhar Lost praticamente em real time!
E falando em tecnologia, sabe o que é melhor ainda? Assistir o show do Skank no Morro da Urca via Internet!

Set List:
1. Até O Amor Virar Poeira
2. Mil Acasos
3. O Som Da Sua Voz
4. É Uma Partida De Futebol
5. Esmola
6. Uma Canção É Pra Isso
7. Amores Imperfeitos
8. Eu E A Felicidade
9. Jackie Tequila / Boombastic / Chega Disso
10. Balada Do Amor Inabalável
11. Acima Do Sol
12. Balada Para João E Joana
13. Três Lados
14. Vou Deixar
15. Garota Nacional
16. É Proibido Fumar
17. ? (que diacho de música é essa?)
18. Dois Rios
19. Resposta
20. Canção Noturna
21. Vamos Fugir

Bis:
22. Ali
23. Lugar
24. Uma Canção É Pra Isso
25. Saideira

Comentários:
Com certeza o prédio inteiro acordou quando eu, às 2:20 da manhã, gritei com toda a força de minh'alma ao escutar "ela entrou e eu estava ali...". Ali! Como assim? A melhor música do Skank e que eles NUNCA cantam. Eu tive o prazer de ouvir ao vivo umas duas ou três vezes e graças a Deus estava vendo esse show via Internet, pois não ia conseguir medir minha depressão se a Pat's me dissesse que rolou "Ali" e eu não tivesse visto.
Duas músicas novas têm muito cheiro de hit: Mil Acasos e Balada Para João e Joana.
Senti muita falta de algumas: Pacato Cidadão, Tanto, Mandrake... tudo bem, essas eles tiram de vez em quando. Mas foi o primeiro show do Skank desde 1996 em que não rola "Tão Seu".
"Te Ver" tocada pelo DJ depois da saída da banda é simpático. Eles não aguentam mais tocar essa música, mas sabem que todo mundo gosta, então vai na mão do DJ. Ok, legal.

Júnior, nem precisou de senha. A propósito, obrigado pela dica. Você não tem noção do quanto fiquei feliz, irmão. Valeu mesmo!

Pat's, você apareceu o tempo todo!!! Tentei te ligar agora para comentar, mas você não escutou provavelmente. Amanhã tento de novo.

Eu sou a pessoa mais feliz do mundo nesse momento! :-)

Novembro 11, 2006

Saio de casa dizendo: "Não vou levar a máquina fotográfica. Tudo bem que eu não conheço BH ainda, mas eu vou chegar no fim do dia, vou ficar só no hotel e no dia seguinte vou resolver o que tem que ser resolvido e voltar logo. Meu único risco seria encontrar com o Skank no aeroporto e não ter a máquina. Bom, ok, isso não vai acontecer."

Nunca, eu disse, NUNCA duvide de suas premonições.

Na volta, estavam lá: Samuel, Lelo, Henrique e Haroldo. Em Confins, na mesma sala de embarque, depois parados do meu lado na livraria. E eu não tinha levado a porra da máquina.

Sabe o que é pior ainda? Eu pensei: "Não vou aproveitar a sexta em BH para ir pro Rio passar o fim de semana. Da última vez que eu fui, meio que cagaram para mim, vou ficar um tempo maior sem ir agora." E o Skank estava indo para o Rio fazer show no Morro da Urca.

Voltei pra essa fria Curitiba. Ontem tinha show do Black Eyed Peas por 120 pratas e eu não tive carteirinha de estudante nem companhia.

Conclusão: fui jantar no japonês e beber.

Sabe o que é pior ainda? Vi Lost. E a Kate trepa com o Sawyer.

Será possível que tudo dá errado nessa vida???

Novembro 2, 2006

Com toda essa polêmica sobre a ilegalidade das legendas, eu quero deixar bem claro que eu só baixo seriado sem legenda. E como eu não tenho achado a 3ª temporada de Nip/Tuck em versão original, estou baixando episódios dublados em francês e sem legenda! Entendo assim uns 25% do que as pessoas falam, o que é melhor que nada, mas não suficiente para quem investiu 4 anos num curso na Aliança.
A única legenda que eu leio é quando a Sun e o Jin do Lost estão conversando, mas elas já vêm assim no episódio original e em minha defesa, eu não entendo coreano, nem pretendo aprender.
Todos preparados? Às 16hs, vou à casa do Roger ver o 305. Não quero saber quem morre! (Coloquei as mãos nos ouvidos) La la la la la
la la la la la la la la la la la