Natal... e reflexões laborais de year-end
Meu calendário de Natal agora tem vários eventos oficiais. Não bastasse aquela tradicional troca de presentes em família e o Natal Oculto - que chega hoje à noite a sua 11ª edição - desde o ano passado temos o Natal do Roger e da Rê em Curitiba e a Feijoada da Fofonse em Jaca City.
Ontem foi a tal da feijoada. A época do ano definitivamente não é propícia para feijoada. Mas se a gente enfeita a árvore de Natal com floquinhos de neve e come coisas como nozes, amêndoas etc, que mal há em degustar uma bela feijoada? E no mais, a comida é apenas uma desculpa para reencontrar uma turma que trabalhou junta: gente que foi para outros departamentos, para outras empresas, para outras cidades. Já dá para arriscar dizer que o grupo tem mais ex-empregados do que empregados, mas o que a empresa uniu, a distância não consegue separar.
Rir, zoar, acima de tudo celebrar a amizade é o que norteia esse (re)encontro. Conversar sobre o futuro é inevitável. Listar os últimos (e os próximos) pedidos de demissão, chorar as pitangas, reclamar dos argentinos, compartilhar os problemas também. E é nessas horas que eu vejo que há coisas de que não quero mais participar. Eu posso ouvir os problemas da minha antiga Divisão, mas não quero sentir a responsabilidade de querer fazer algo a respeito. Eu cansei... big time.
Eu sei que minhas decisões não geram opiniões unânimes, nem reações agradáveis em todos. E sei que eu vou atropelar algumas pessoas queridas no caminho, por mais que não seja minha intenção. Mas é inegável que ao segurar aquele envelope no final da noite, invadiu-me uma onda de energia, que só pode significar esperança.
Nunca tive um fim de ano tão final-de-temporada. Olhando pelos diversos ângulos, é só assim que consigo ver. É um final de temporada no seriado da minha vida.
FELIZ NATAL !!!